Prefeito eleito de Santana do Cariri vence com diferença de 15 votos

Pedro Henrique tem 27 anos de idade e cumpre mandato até 2020.Também foram eleitos novos dirigentes de Frecheirinha, Umari e Tianguá. Pedro Henrique, de 27 anos, cumpre mandato de 2 anos como prefeito de Santana do CAriri
Divulgação
Quatro municípios do Ceará – Santana do Cariri, Frecheirinha, Tianguá e Umari – tiveram eleições suplementares neste domingo (3) para a escolha de prefeitos e vices. Isso porque os eleitos em 2016 perderam os mandatos em decisões do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e Superior Tribunal Eleitoral (TSE). Os eleitos cumprem mandatos de dois anos até as próximas eleições municipais, em 2020.
Em Santana do Cariri, venceu Pedro Henrique (MDB) com 50,08% dos votos válidos (5.004), apenas 15 votos de diferença do segundo candidato, que obteve 49,92% dos votos válidos (4.989). Foram apurados 12.178 votos e o município teve 13,68% de abstenção. De acordo com o TRE-CE, 10.512 eleitores compareceram às urnas, número que representa 86,32% do eleitorado. Como a cidade não tem 200 mil eleitores não haverá segundo turno.
Frecheirinha
Em Frecheirinha, no Litoral Oeste do Ceará, Helton Luís (PDT) foi eleito com 100% dos votos válidos: 4.934. No município compareceram às urnas 9.996 eleitores (90,29%). O índice de abstenção ficou em 9,71%, quando 1.075 eleitores deixaram de comparecer às urnas. Os votos nulos somaram 4.969, o que representa 49,71% do total de votos.
Umari
Com 56,9% dos votos válidos, os eleitores de Umari escolheram a candidata Neide (PSB) para dirigir o município até 2020. Ela conquistou 2.739 dos 4.814 votos válidos. O índice de abstenção no município ficou em 19,9%, com a ausência de 1.250 eleitores. Segundo o TSE, 5.030 eleitores votaram, o que representa 80,1% do total.
Tianguá
Com 22.203 votos válidos, Dr. Jaydson (PTB) foi eleito prefeito de Tianguá, na Região Norte do Ceará. Nesta eleição suplementar, 44.386 eleitores foram às urnas, 88,71% do total. O índice de abstenção no município foi de 11,29%, o que representa 5.647 eleitores. Com a vitória, Dr. Jaydson cumpre dois anos de mandato, até as eleições municipais em 2020.
No Ceará, já ocorreram eleições suplementares em 2007, 2011 e 2013, relativas aos pleitos 2004, 2008 e 2012 respectivamente.

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Mais de 16,6 mil amapaenses já têm o título de eleitor digital; veja como fazer

E-título pode substituir o documento impresso a partir da eleição desse ano. Cadastro gratuito é feito em aplicativo disponível para smartphone. E-título pode ser baixado na loja de aplicativos oficial do smartphone
John Pacheco/G1
Lançado em dezembro do ano passado como forma de substituir a apresentação do documento de papel, o título de eleitor digital, ou “E-título”, já foi acessado por 16.649 votantes amapaenses, de acordo com dados atualizados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os eleitores podem acessar o E-título diretamente num aplicativo que pode ser baixado gratuitamente por smartphone ou tablet por meio da App Store (sistema IOS) e do Google Play (sistema Android).
A alteração é gratuita e fornece ao usuário uma versão digital do documento e no aplicativo são oferecidas outras informações, como quitação eleitoral, dados sobre cadastramento biométrico e endereço do local de votação, oferecendo, inclusive, um mapa com geolocalização.
Além disso, para quem já passou pelo cadastramento biométrico na Justiça Eleitoral, o E-título exibirá a foto do eleitor, que é tirada na mesma ocasião em que é coletada a biometria. Para quem não fez cadastramento biométrico, a foto não aparece.
No país inteiro, mais de 3,3 milhões de títulos digitais já foram feitos, dos quais 2,8 milhões são de eleitores já cadastrados com a biometria. Na Região Norte, o Amapá é o penúltimo estado em emissão do documento, ficando a frente apenas de Roraima (16.616).
Na seção eleitoral será necessário apresentar apenas o título digital
Camila Henriques/G1
Título de eleitor impresso
Apesar de os eleitores passarem a ter a possibilidade de apresentar na hora da votação apenas o celular ou o tablet com o E-título, o documento tradicional, impresso, continuará valendo.
No caso de o eleitor optar pelo título de eleitor, ele terá que apresentar, como já é exigido atualmente pela Justiça Eleitoral, um documento com foto, como carteira de identidade ou de habilitação.
A versão impressa do título continuará sem foto, mesmo para os eleitores que já tenham feito o cadastro biométrico.
Os eleitores que comparecerem à seção eleitoral com o E-título só precisarão apresentar o documento digital.
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