Defesa Civil inicia monitoramento de casas na região do Aturiá, em Macapá

Moradores pedem a conclusão da obra do muro de arrimo, retomada no final de 2017. Risco de desabamento de casas na orla está maior, diz corporação. Construção do muro de arrimo é destinada para a contenção da força da maré do rio Amazonas, em Macapá
Jéssica Alves/G1
Com a chegada do período chuvoso, a Defesa Civil do Amapá iniciou o acompanhamento das famílias que vivem na região do Aturiá, na Zona Sul de Macapá. O risco de desabamento de casas na orla começa a aumentar, com o avanço da erosão próxima às residências.
Apesar de nenhuma residência ter sido identificada com risco de desabamento, até esta publicação, equipes atuam nas áreas com monitoramento, explicou o chefe de operações Defesa Civil, major Pelsondré Martins.
“Ainda não recebemos nenhum chamado de residências com risco de desabar, mas estamos acompanhando de perto essa situação, sempre em contato com a Defesa Civil Municipal. Caso seja detectada alguma situação dessas, vamos providenciar a retirada das famílias”, reforçou.
Com o alerta, os moradores do Aturiá pedem a finalização das obras do muro de arrimo da região, que poderia minimizar os risco. A dona de casa Nercila Soares, de 63 anos, diz conviver com o medo de ter a casa destruída devido ao avanço do rio Amazonas . Ela mora há 11 anos na Zona Sul, e aguarda a conclusão da obra.
“Esses dias chuvosos deixam nós moradores mais apreensivos, com medo de que nossas casas sejam atingidas por esta erosão. É difícil viver assim e tenho esperança que com a construção desse muro a situação melhore”, diz a moradora, que vive no local junto com o marido, filhos e netos.
Nercila Soares, diz conviver diariamente com o medo de ter a casa destruída com o avanço do rio.
Jéssica Alves/G1
Os serviços foram retomados no final de 2017 e estão em andamento, informou a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinf). A pasta reforçou que a previsão é que mais de 1 quilômetro de extensão, com início do Complexo do Araxá até a Avenida Equatorial, sejam concluídos até o fim de 2018.
O projeto ainda prevê mureta, guarda-corpo e calçada, diz a Seinf. Para que não haja passagem de água por baixo, a escavação terá profundidade de 2,5 metros. Nos trechos onde existem bolsões de lama serão instaladas estacas de concreto, para maior resistência.
O muro começou a ser construído em 2013, com previsão de entrega para o ano seguinte. Porém, a obra atrasou e foi paralisada dois anos depois, com 37% de estrutura construída, de acordo com a Secretária de Estado da Infraestrutura do Amapá (Seinf).
Na época, a pasta explicou que aguardava recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a continuidade do projeto.
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