‘Os médicos não deixaram minha irmã morrer em paz’

Em 2009, Polly Kitzinger sobreviveu a um acidente de carro, mas ficou com sérias lesões cerebrais. A irmã dela, Jenny, diz que Polly não teria desejado ser submetida a tantas intervenções médicas que a permitiram ficar viva, mas a família não foi capaz de convencer os médicos a deixá-la morrer.

Depois do que aconteceu com a irmã, Jenny se transformou numa defensora do chamado “testamento vital” – ou, no jargão médico, a “diretiva antecipada de vontade”. Trata-se de um registro formal que permite ao paciente definir, enquanto desfruta de saúde ou enquanto tem consciência, os limites do tratamento médico.
Jenny é codiretora do Centro de Pesquisa sobre Coma e Distúrbios da Consciência, da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, onde se pesquisam casos de pacientes em estado vegetativo ou com nível de consciência limitado e a melhor forma de garantir as vontades dessas pessoas.

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Fonte: BBC

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