O que está por trás da polêmica decisão de Trump sobre Jerusalém

Direito de imagemReutersImage caption Ao reconhecer Jerusalém como capital de Israel, Trump preocupou comunidade internacional Donald Trump prometeu em campanha e cumpriu: Jerusalém foi reconhecida pelos Estados Unidos como a capital de Israel. A decisão, anunciada nesta quarta-feira, provocou reações críticas de líderes políticos e religiosos de todo o mundo – do Papa Francisco ao governo chinês.

O temor generalizado é que a medida dificulte – e até inviabilize – os históricos esforços de negociação de paz entre Israel e Palestina. Mas especialistas ouvidos pela BBC Brasil acreditam que Trump não levou em conta esse conturbado cenário regional ao tomar a decisão.
O que estaria em jogo seriam assuntos domésticos dos próprios EUA. Especialmente a tentativa do presidente americano de agradar suas bases eleitorais. A mais importante delas é a dos evangélicos conservadores, que advogava pelo reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel.

De jamais sair sozinho a reverenciar líderes, as regras que turistas brasileiros precisaram seguir na Coreia do NorteO papel dos vikings na origem da Rússia, que os soviéticos tentaram apagar”Trump foi movido por uma pressão da direita evangélica republicana.

Fonte: BBC

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