Das Coreias à Guerra Fria, os casos em que o esporte ajudou a aliviar – ou acirrar – tensões geopolíticas

Direito de imagemReutersImage caption Reunião entre sul e norte-coreanos para acordar participação na Olimpíada de Inverno, vista como oportunidade de diálogo bilateral A decisão, nesta semana, de a Coreia do Norte enviar uma delegação à Olimpíada de Inverno a ser realizada na Coreia do Sul foi celebrada como uma possível abertura ao diálogo entre os países rivais, em constante estado de enfrentamento e tecnicamente ainda em guerra.

A expectativa é de que a participação de atletas, líderes de torcida, artistas, espectadores e representantes do Norte nos Jogos de Inverno do Sul dê abertura para conversas sobre como reunir famílias coreanas separadas desde a guerra (1950-53) e como frear o escalonamento militar bilateral.
Não há indicativos de que Pyongyang pretenda rever seu programa nuclear, mas a aproximação por conta da Olimpíada é vista como um dos exemplos de diplomacia proporcionada pelo esporte.

Embora dificilmente competições esportivas consigam, por si só, resolver impasses geopolíticos, elas podem servir como um modo neutro de influenciar relações internacionais ou de promover harmonia entre povos em tempos de guerras.O que aconteceu com os fuscas comprados por Maluf com dinheiro público para presentear os jogadores da Copa de 70 As cheerleaders que são parte da estratégia diplomática da Coreia do NorteAo mesmo tempo, o esporte também tem o poder, em alguns casos, de acirrar rivalidades ou de servir como vitrine para resistência política.

Fonte: BBC

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