Lula defende retomada de obra parada sob suspeita de fraude no RJ

07/12/201712h47O ex-presidente defendeu, nesta quinta-feira (7), (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), paralisada em decorrência de investigações da Lava Jato.
Em um carro de som diante do portão, Lula chegou a afirmar que, se o complexo for vendido e ele for eleito, seus compradores, provavelmente chineses, terão que “sentar para negociar” com o governo.
“A Lava Jato recuperou R$ 1,4 bilhão. Isso representa um terço do que foi roubado. Os outros dois terços ficaram com os ladrões”, afirmou.
O TCU (Tribunal de Contas da União) calcula que R$ 544 milhões foram desviados.
O Comperj tinha previsão de custo de US$ 8 bilhões e geração de 200 mil empregos. Hoje, 27 mil trabalhadores estão sem emprego.
O de recebimento de propina na execução dessa obra, segundo delatares.

“Não sei por que ela parou. Mas não é correto estar parada”, discursou Lula.
O ex-presidente reclamou do aparato policial destacado para impedir sua entrada no complexo para visita ao canteiro de obras.
Por duas vezes Lula afirmou não saber “qual foi o canalha” que acionara a PM para inviabilizar o acesso ao complexo, cujo portão se manteve fechado.

Fonte: Folha de S.Paulo

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