Cabeça vaca leiteira custa, em média, R$ 2.846,43 em Rondônia

Confira a cotação de alguns produtos agrícolas em municípios do estado. Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor, diz Emater. Cabeça de vaca leiteira custa R$ 2,5 mil em São Miguel do Guaporé
Reuters/Christinne Muschi
A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 12 a 16 de fevereiro, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas.
Confira abaixo a lista de alguns itens:
– Vaca leiteira (cabeça)
Preço médio: R$ 2.846,43
Porto Velho: R$ 2.900,00
Guajará-Mirim: R$ 3.000,00
Ariquemes: R$ 2.900,00
Jaru: R$ 3.000,00
Rolim de Moura: R$ 2.900,00
Machadinho D’Oeste: R$ 2.500,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 3.000,00
Ji-Paraná: R$ 2.800,00
Colorado do Oeste: R$ 3.000,00
São Miguel do Guaporé: R$ 2.500,00
Costa Marques: R$ 3.000,00
Cacoal: R$ 2.400,00
Vilhena: R$ 3.000,00
Pimenta Bueno: R$ 2.950,00
– Alface hidropônica (maço)
Preço médio: R$ 1,43
Porto Velho: R$ 1,60
Guajará-Mirim: R$ 1,50
Ariquemes: R$ 1,45
Jaru:R$ 1,50
Rolim de Moura: R$ 1,20
Machadinho D’Oeste: R$ 1,40
Ouro Preto do Oeste: R$ 1,60
Ji-Paraná: R$ 1,20
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: R$ 1,40
Costa Marques:R$ 1,50
Cacoal: R$ 1,50
Vilhena:R$ 1,50
Pimenta Bueno: R$ 1,45
Maço de alface custa R$ 1,00 em Porto Velho e R$ 0,90 em Guajará-Mirim
Erika Ricci
– Pepino (quilo)
Preço médio: R$ 0,93
Porto Velho: R$ 1,00
Guajará-Mirim: R$ 0,90
Ariquemes: cotação não divulgada
Jaru:cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 1,00
Machadinho D’Oeste: R$ 1,00
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: R$ 0,90
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques:R$ 0,85
Cacoal: R$ 1,00
Vilhena:R$ 0,90
Pimenta Bueno: R$ 0,85
– Mandioca de mesa (saca de 50 quilos)
Preço médio: R$ 292,78
Porto Velho: R$ 210,00
Guajará-Mirim: R$ 200,00
Ariquemes: R$ 210,00
Jaru: R$ 230,00
Rolim de Moura: R$ 230,00
Machadinho D’Oeste: R$ 190,00
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: R$ 225,00
São Miguel do Guaporé: R$ 220,00
Costa Marques: R$ 230,00
Cacoal: R$ 185,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

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Homem que assassinou a esposa por ciúmes está em liberdade em Uberlândia

Crime ocorreu no Bairro Monte Hebron no fim de janeiro. Ele tentou suicídio em seguida, mas foi preso após recuperação. O homem de 39 anos que teve a prisão preventiva decretada após matar a esposa no Bairro Monte Hebron, no fim de janeiro em Uberlândia, responde pelo crime em liberdade. A Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) informou, nesta quarta-feira (21), que o preso recebeu alvará de soltura na última quinta (15) e foi liberado do Presídio Professor Jacy de Assis.
Segundo as informações da Polícia Militar (PM), a vítima tinha 24 anos e foi assassinada pelo companheiro durante a madrugada do dia 30 de janeiro. O autor entrou no quarto onde a jovem dormia e cortou o pescoço dela. Também desferiu uma facada no peito e tentou suicídio em seguida.
A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O cunhado do autor estava na casa e, ao acordar com os barulhos, encontrou o homem esfaqueando o próprio peito depois de cometer o homicídio. Os filhos do casal, de três e seis anos de idade, também estavam na residência na hora do crime e ficaram sob a responsabilidade de uma amiga da família.
Crime ocorreu no Residencial Monte Hebron no fim de janeiro
Reprodução/ TV Integração
O homem foi levado em estado grave para o pronto-socorro do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) e ficou sob escolta policial. Ele foi medicado e recebeu alta no dia 2 de fevereiro, quando foi levado para o presídio.
Os familiares contaram à polícia que o casal vinha se desentendendo há cerca de um mês por causa de ciúmes e que a jovem chegou a ser agredida em outras ocasiões pelo marido, que é réu primário. O G1 entrou em contato com a Polícia Civil para saber informações sobre o andamento inquérito e aguarda retorno.

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‘Elas se fortaleceram’, diz agente penitenciário do Amapá sobre facções em presídios

Apesar do avanço de grupos criminosos no estado, profissional aponta que o crime organizado está atualmente “controlado” dentro do Iapen. Na última década, o controle de pavilhões nos presídios do país por facções e grupos organizados cresceu, inclusive no Amapá, onde os criminosos atuam em crimes de roubo e tráfico de drogas. Parte dos integrantes presos no estado está no “cadeião” do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), maior presídio do estado, que fica em Macapá. Um agente ouvido pelo G1 que trabalha há 13 anos no local revelou o avanço dos grupos e atuação do estado no combate e controle.
Inicialmente o profissional, que atua há 15 anos no presídio, conversou com a reportagem normalmente, mas horas após a entrevista pediu para não ser identificado. Ele conta que apesar da formatação das gangues, elas não exercem poder de domínio sob a instituição no Amapá.
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“A gente não pode deixar de admitir que existam pequenos grupos formados aqui dentro da nossa penitenciária, mas não com grande relevância como nos estados aí de fora (…). Antigamente estavam aqui dentro aqueles ladrões de supermercado, de bicicleta, hoje não, são traficantes, ladrões que roubam carros, cargas. Houve um avanço, esses grupos se fortaleceram”, revelou.
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Arquivo/G1
O agente destaca que investigações internas e da Polícia Civil identificaram alguns dos grupos e descobriu que eles mantêm relações com facções de fora do estado. Para evitar conflitos dentro dos pavilhões, a penitenciária separa os integrantes em celas e regimes diferentes.
“Através de revistas, a gente consegue identificar algumas mensagens desses grupos e também na questão deles se acomodarem em certos pavilhões. Por terem rixa com outros, ficam em pavilhões diferentes, tanto no regime fechado, quanto no provisório”, destacou, sem nomear as gangues.
Capacidade e lotação
A superlotação de presos no Amapá chega a 87,7% da capacidade, com 3.003 apenados para 1.600 vagas. Além disso, os agentes penitenciários somam 783, que dá a média de 3,8 detentos por profissional. O número cumpre o recomendado por uma resolução de 2009 do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. A proporção mínima desejável é de um agente para cinco presos.
Na teoria, o sistema estadual estaria preenchendo o estabelecido pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, mas de acordo com o agente ouvido pelo G1, o regime de atuação dos profissionais, por escala de plantão, evidencia falhas na proporção preso/carcereiro.
“Podemos verificar pavilhões com 220 presos, com três agentes tomando conta. Com certeza, isso influencia muito, como dois ou três companheiros nossos vão ter uma visão ampla de um local com 220 presos? O ideal, primeiro, seria eliminar o maior número de pavilhões com mais de 150 presos. Tinha que reduzir, se criar pavilhões com no máximo 100 presos, onde cinco seis agentes tomam conta”, reitera.
Para reduzir o déficit das cadeias, o governo estadual iniciou projeto para construção de uma nova penitenciária de regime fechado em Macapá. A previsão é de pelo menos 500 novas vagas. A área foi doada pela União em janeiro e o prazo máximo para o início das obras é de 12 meses. A construção deve ser concluída em 24 meses.
Inspeções ajudam presídio a identificar membros de facções no Amapá
Divulgação/Bope
Problemas psicológicos
Além do preparo físico para atuação dentro dos pavilhões, os agentes são vítimas de problemas emocionais e psicológicos, que podem afetar drasticamente o trabalho exercido. O medo ou a vergonha de expor o drama dificulta o diagnóstico e o aconselhamento necessário.
“A rotina do agente penitenciário é cansativa e estressante. Tem que ter um acompanhamento psicossocial, se não ele acaba levando o estresse do trabalho para dentro da casa dele, para os familiares e amigos (…). Temos um grupo de agentes que estão aptos a atender esse servidor, mas a grande dificuldade é ele procurar essa ajuda (…). Há a questão do próprio constrangimento, se ele procura vão achar que ele é doido ou tem problemas, é a questão do bullying”, lamenta.
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Morre garota incendiada com a família dentro de casa em Assaré, no Ceará

Pai da família, suspeito de atear fogo na casa e nas pessoas, havia morrido na madrugada de segunda-feira. Garota foi incendiada dentro de casa junto com a família; pai da adolescente, que era suspeito do crime, também morreu em consequência dos ferimentos
Facebook/Reprodução
Morreu nesta quarta-feira (21) a universitária Juliana Oliveira, que sofreu queimaduras em um incêndio na residência junto com a família, em Assaré, no interior do Ceará. Ela estava internada há 11 dias no Hospital Instituto Doutor José Frota, em Fortaleza, e havia sofrido queimaduras em 85% do corpo.
O pai de Juliana, João Batista de Oliveira, era o suspeito de atear fogo na casa junto com a família em 10 de fevereiro e morreu na madrugada de segunda-feira (19). Ele havia sofrido queimaduras em 95% do corpo.
Juliana Rodrigues tinha 18 anos e era estudante de Economia na Universidade Regional do Cariri (Urca).
Familiares feridos
Morre garota que foi incendiada dentro de casa junto com a família
Outras duas pessoas da família ficaram feridas no incêndio, a mulher e um filho de 11 anos de João Bastista. Eles tiveram ferimentos menos graves, receberam atendimento médico e estão em casa.
As causas do crime ainda não foram esclarecidas. Policiais de Assaré, município onde ocorreu o caso, aguardam a recuperação das sobreviventes para ouvi-las.
Agricultor é suspeito de atear fogo em familiares
Sobreviventes se recuperam após incêndio em Assaré
Moradores da comunidade retiraram a família da casa em meio às chamas. O vizinho Francisco Lima disse à TV Verdes Mares que viu a fumaça na residência e o desespero dos moradores para salvar a família. Eles arrombaram a porta e conseguiram retirar os quatro feridos. Juliana foi a primeira a ser retirada.
Um outro vizinho disse que o marido, suspeito do crime, é tido como uma pessoa tranquila, mas no momento do crime estava bêbado. Segundo ele, a mulher pediu a separação, e o agricultor não aceitou.

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Ônibus colide na traseira de caminhão na BR-010 e uma passageira fica ferida

Passageira de 62 anos de idade bateu a cabeça e teve ferimentos leves; ela foi socorrida por militares do Corpo de Bombeiros. Ônibus seguia no sentido decrescente da BR-010 no Maranhão
Divulgação/Polícia Rodoviária Federal
Um ônibus colidiu na traseira de um caminhão na quarta-feira (21) no Km 223 na BR-010, município de Governador Edison Lobão, a 730 km de São Luís. Durante o acidente uma mulher ficou ferida.
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o ônibus seguia no sentido decrescente da rodovia, de Imperatriz para Porto Franco quando colidiu na traseira de um caminhão dos Correios.
No momento do acidente chovia muito. PRF, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar compareceram até o local para prestar socorro aos passageiros.
Uma passageira de 62 anos de idade bateu a cabeça e teve ferimentos leves. Ela foi socorrida por militares do Corpo de Bombeiros.

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